Sentir culpa depois de comer pode tornar uma experiência cotidiana em fonte de cobrança. Na psicoterapia, o interesse está em compreender o significado dessa experiência na sua história e no seu contexto.
Quando a comida vem acompanhada de regras
Pensamentos como “não deveria ter comido” ou “agora preciso compensar” podem aparecer quando as escolhas alimentares são avaliadas por regras rígidas. O espaço terapêutico permite investigar essas regras, as emoções que as acompanham e seus efeitos no cotidiano.
Um olhar para o contexto
Além do que foi comido, importa compreender o que estava acontecendo: como foi o dia, quais emoções estavam presentes e quais expectativas existiam sobre aquela refeição. O diário de padrões alimentares e emocionais pode ser utilizado, quando indicado, como apoio para essa observação.
Como o acompanhamento pode ajudar
Na atuação da Letícia, a Terapia Cognitivo-Comportamental orienta um trabalho individualizado de compreensão dos pensamentos, emoções e comportamentos relacionados à alimentação. Os objetivos são construídos em conjunto e as estratégias são ajustadas durante o processo.
Abrir espaço para conversar
Você não precisa organizar toda a sua história antes de procurar atendimento. Pode começar contando como tem se sentido e quais situações têm sido difíceis. A psicoterapia é um espaço para escutar essa experiência, sem reduzir suas necessidades a uma regra sobre o que comer.



